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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Em um dia de reflexão sobre a vida em meu diário

"Eu sei que o Amor enche o Universo todo
E se prende dos poetas à guitarra
Como o Pólipo que se agarra ao lodo
E a ostra que às rochas eternais se agarra.

O amor reduz-nos a uniformes placas,
Uniformiza todos os anelos
E une organizações fortes e fracas
Nos mesmos laços e nos mesmos elos.

Por muito tempo eu lhe sorvi o aroma,
E, desvairado, sem prever o abismo
Fiz desse amor um ídolo de Roma,
Eleito Deus no altar do fetichismo!

Tudo sacrifiquei para adorá-lo
- Mas hoje, vendo o horror dos meus destroços,
Tenho vontade de estrangulá-lo
E reduzi-lo muitas vezes a ossos!
"

(estrofes sentidas - Augusto dos Anjos)

Eu nao acredito mais em felicidade. Só sei que existem momentos em que eu posso sorrir.
Eu amei sempre, mas todo mundo me enganou.
Por causa desse maldito amor, que eu acreditei sempre que estava recebendo na mesma proporção que estava oferecendo, que eu arruinei com a minha vida.
Hoje eu ainda sinto algo por alguem, eu sei que o amo, mas sei que tenho que estrar preparada prá ver meus sonhos ruírem a qualquer momento. Mais dia ou menos dia é isso que vai acontecer.
Eu já sofro demais, não sei quanto mais eu aguento.
O dia que eu tiver que dizer adeus ao meu querido, vai doer e vai ser muito sofrido e eu nao quero nunca mais me apaixonar.
Um dia desses que eu arranjar forças suficientesm eu vou dar adeus prá tudo qu eu conheço, tudo que eu julgar necessario, e começar tudo novamente na minha vida.
Eu nao quero nenhum laço com esse inferno que eu tenho que suportar agora.
Eu to muito infeliz, muito cheia de pesos, de mágoas e ansiedade com o nada.

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